segunda-feira, 9 de outubro de 2017

FÁBRICA DE PALHÕES EM PAPANDUVA



                            FÁBRICA DE PALHÕES EM PAPANDUVA


Para quem não chegou a conhecer o produto palhão ou fábrica de palhões, escrevo algo que descobri.
Há cem anos, havia em Papanduva uma fábrica de palhões para aproveitar a abundância da matéria prima que existia na sede e no interior.

Com a chegada dos eslavos a maior cultura do lugar era o centeio. Broa não poderia faltar. A palha que se originava normalmente deveria ser queimada na lavoura ou deixada nas roças para apodrecer e servir como adubo, teria uma utilidade. Além de o lavrador colher os grãos deste produto, vendia a palha para ter um ganho extra.  Assim, várias carroças e carroções eram mobilizados no sentido de transportar esta palha para a fábrica em Papanduva para confecção de esteiras para exportação de bananas e capas para embalagens de garrafas. As esteiras e palhões eram transportados por carroções até Rio Negro (Mafra) e de lá ao litoral de Santa Catarina.



 Esta palha era costurada com o formato para encaixe de garrafas ou garrafões que assim ficavam protegidos quando embalados.  Sua colheita era feita manualmente e depois de malhados, os feixes eram transformados em fardos e vendidos para a fábrica de palhões. Os produtos foram substituídos por outros de maior eficiência.


                                         Aqui funcionava a fábrica de palões.
                                                                                                             Sinira
sinira10@yahoo.com.br

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