Dados do Município de Papanduva SC Brasil

Dados do Município de Papanduva
Sinira Damaso Ribas

Fundação oficial: Não há um consenso sobre uma data de fundação oficial. Papanduva, nos primórdios, como povoado, teve início como pouso de tropeiros e sua planície, “A Desejada”, devido a fartura do capim papuã, consta já nos relatórios de roteiros dos Caminhos do Viamão, de Francisco de Souza e Faria em 1738. (Moreira, Julio Estrela. Caminhos das Comarcas de Curitiba e Paranaguá. 3º volume. Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico do Paraná. Curitiba, 1975).
O povoado de Papanduva em 1818 recebeu uma nova leva de colonos provindos de Campo do Tenente.
Em 1880 chegaram, em número diminuto, algumas famílias polonesas.
Em 1900 Papanduva era considerado um bairro de Rio Negro e já contava com cerca de 1000 habitantes.
Em 1909 deu-se a criação do Distrito de Papanduva pertencente a Rio Negro
Com a questão do Contestado perdeu a condição de vila.
Após 1916, com o Acorde dos Limites voltou a pertencer a Santa Catarina.
Em 1917 deu-se a criação do Distrito de Papanduva com pertença a Canoinhas.
Emancipação: Criação do município em 30 de dezembro de 1953.
Desmembrado de: Canoinhas .
Instalação do Município em 11 de abril de 1954.
Colonizações predominantes: Caboclos, com a formação étnica do português, espanhol, indígena e afro-descendentes.
Na quarta década do século XIX Papanduva recebe colonos alemães da primeira leva de famílias germânicas chegadas em Rio Negro/Mafra em 1829.
Na virada do século XIX para XX chegam os poloneses.
Na segunda década do século XX, chegam colonos ucranianos.
Depois de 1940 chegaram, em menor número, agricultores japoneses e descendentes de italianos.
Fundação da Paróquia: 1950
Nomes Antigos: Planície “A Desejada”, “Cocheiras do Papanduva” - Papanduva
Município desmembrado do território original: Monte Castelo em 1962
Criação da Comarca: 1985
Informações complementares: Papanduva, município planaltino, vive hoje um novo surto de progresso, graças à qualidade de seu povo, ao seu solo dadivoso e fértil, à multiplicidade de sua etnia e o empenho de seus governantes, num clima abençoado por Deus. (Ribas, Sinira Damaso. Resgate de Memórias – Papanduva em Histórias. Famílias. Florianópolis, Editora Insular, 2004.
(Conforme solicitação do Banco de Dados do Fórum SC-gen)

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